O dia que eu emprestei uma roupa de minha irma[adulta gostosa] para um safado se punhetar
A roupa cheia de porra
Título: A casa vazia e as blusas dela
Etiquetas: Fetiche, Vestuário, Incesto (adulto), Voyeurismo, Homens mais velhos
Aviso: Conteúdo tabu. Todos os personagens têm 18+. A irmã nunca aparece na cena sexual; só a roupa.
Capítulo 1 — Sexta à noite
Minha família viajou pra casa da vó. Eu fiquei.
Vinte e sete anos. A irmã, vinte e quatro. O quarto dela no fim do corredor, a cadeira com roupa jogada, o cheiro de amaciante e pele ainda no cesto.
Até aquela sexta eu só tinha feito o de sempre: entrar, pegar uma peça, cheirar a manga, bater punheta, devolver. A azul do Mickey. A rosa da onça. A colorida. A preta do “GIRLS”. A branca de manga comprida, PLANET GIRLS vermelho no peito, cabelo preto dela caindo na frente quando vestia.
Naquela noite o tesão veio diferente. Eu não queria só o pano. Queria um homem desconhecido gozando naquilo. Queria ver. Queria o tecido voltar pesado.
Vinte e três e quarenta e cinco. O som do carrinho enferrujado na calçada. O velho das latinhas. Curvado, camisa suja, barba por fazer, o carro de mão cheio de sucata.
O coração disparou. Medo. Tesão. Adrenalina.
Abri o portão.
— Moço… tem umas latinhas velhas aqui. Quer pegar?
Ele entrou. A casa apagada. Falei que não tinha ninguém. Levei até a área. No chão, o saco de lata. Por cima, de propósito, a blusa azul do Mickey.
A mão suja dele encostou no tecido.
— Pera. Essa é da minha irmã.
Peguei a blusa. Fiquei com ela entre eu e ele.
— Se o senhor quiser se aliviar nela… pode.
Ele não riu. Enfiou o nariz na gola. Soltou o cinto. Enrolou a manga no pau grosso, escuro, já duro. A punheta foi feia. O Mickey amassado na barriga. Ele gozou no azul, no desenho, no punho. Jogou no chão.
Foi embora com as latinhas.
Eu fiquei com a blusa quente.
No outro dia a mãe ligou: mais uma semana fora.
Eu não aguentei. Chamei o velho de novo. Dei a rosa. Falei: leva. Troféu. Não conta pra ninguém. Ele enlouqueceu. Falou que ia foder a blusa como se estivesse em cima da minha irmã. Levou no fundo do carrinho.
Três da manhã eu saí. Buteco na rua de baixo. Velhos barrigudos, cerveja quente. Chamei um. Pretexto: gelo em casa, família viajou. A azul já estava no sofá.
Ele sentou. Bebeu. Pegou a manga sem pedir.
— Moça nova usa uma porra dessa… se deixou jogada é porque não presta. Eu só vou sentir o cheiro.
Não largou. Rasgou a costura. Enfiou o pau no buraco. Xingou o pano de puta. Xingou ela de puta. O sofá fez barulho. A respiração dele fez barulho. Gozo branco no Mickey. Blusa no chão, destruída.
Agora é de madrugada de novo.
Estou no meu quarto. Coração a mil. A azul rasgada no piso. A rosa já era. No cabide do quarto dela ainda tem a branca: PLANET GIRLS, manga comprida, tecido claro, o cheiro dela no colarinho.
Cinco noites pela frente.
O tesão é maior que o medo.
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